Libras e Idiomas

Libras e Idiomas - Frances - Alemao - Ingles

                   Modulo III de Libras na Wycliff Brazil

 

curso Intérprete e Tradutor de Língua Brasileira de Sinais/Português

Módulo III

 

 

 


OBJETIVOS

* Aprofundar a formação teórico-prática dos profissionais tradutores e intérpretes de língua brasileira de sinais/português.
* Analisar um panorama sobre as histórias, as políticas e as culturas surdas.
* Analisar os aspectos lingüísticos relacionados à língua brasileira de sinais.
* Analisar os princípios éticos do profissional tradutor e intérprete de língua de brasileira de sinais/ português.
* Analisar os processos, as técnicas e estratégias de tradução e interpretação.
* Praticar os processos de tradução e interpretação (língua portuguesa – libras e vice-versa).

PÚBLICO ALVO

* Tradutores e intérpretes;
* professores e profissionais da área da educação (assistentes sociais, pedagogos, psicólogos, supervisores, orientadores educacionais, etc.) fluentes em língua brasileira de sinais;
* profissionais que apresentam fluência em libras e trabalham com interpretação.

PERÍODO E PERIODICIDADE

Início: 23 agosto de 2011
Término: 11 novembro de 2011
Duração do curso: 2 meses e meio

Investimento: R$ 220,00 a vista (R$124,00x2) cheque (R$132,00x3) cheque ou cartão

(Ago)  23 25 30 (Set) 01 02 13 15 20 22 27 (PI) 29 (Out) 04 06 07 18 19 25 27 (Nov) 08 10 11 (TF)

HORÁRIO DAS AULAS

As aulas serão as terças e quintas-feiras com encontros mensais durante um ano com a comunidade

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

O curso será de 40 horas estruturado em oito unidades curriculares, a saber:

1) A atuação do intérprete de língua de sinais brasileira no espaço educacional. 2 horas/aula
História do profissional intérprete. Situando a história da constituição do intérprete de língua de sinais dentro do contexto histórico e social das comunidades surdas. A mediação do conhecimento através do intérprete de língua de sinais. O papel do intérprete de língua de sinais na sala de aula. A definição do que representa o “intérprete-pedagógico” na educação de surdos. O debate teórico clássico sobre ética e seus reflexos no trabalho de um tradutor/intérprete de Língua Brasileira de Sinais. Estudo de diferentes situações reais e fictícias que dimensionam a atuação do profissional. Análise dos códigos de ética de tradutores e intérpretes. Condições físicas para interpretação (corporal e vocal). A síndrome dos movimentos repetitivos. Exercícios preventivos e terapêuticos.

2) Laboratório de tradução e interpretação I – 9 horas/aula
A leitura e compreensão de textos em libras. Análise desses textos e treinamento em tradução e interpretação sinal-voz. Desempenho, desenvoltura, fluência e ritmo na atuação DE INTERPRETAÇÃO. Aspectos lingüísticos contrastivos entre libras e português.

3) Laboratório de tradução e interpretação II – 4 horas/aula
Treinamento em tradução e interpretação em diversas situações práticas envolvendo esse profissional. Ênfase nas situações voz-sinal. Seu desempenho, desenvoltura, fluência, ritmo na sua atuação. Análise desses contextos preliminarmente criados realizando sua avaliação.  

4) Língua Brasileira de Sinais – 9 horas/aula
Revisão da estrutura gramatical da Língua brasileira de sinais. Classificadores e suas restrições. O papel dos classificadores na língua de sinais. Os verbos complexos classificadores. Descrição visual (técnicas e habilidades). Uso de expressões faciais gramaticais. Frases declarativas, afirmativas, negativas, interrogativas e exclamativas. Diálogos em língua de sinais, histórias e o humor em língua de sinais. Análise da conversação em sinais e análise do discurso em sinais. Elementos gramaticais que estabelecem relações de coesão e coerência na língua de sinais. A estrutura tópico-comentário na língua de sinais. O foco na língua brasileira de sinais.

5) Política lingüística e produção textual –2 horas/aula
Política lingüística na educação de surdos. Discurso e aspectos subjetivos de sua produção. Os textos escritos e a sua relação com a oralidade. A escolha do campo morfossintático no processo de interpretação. A prosódia e a sua interferência na organização de sentidos. Sentidos literais e conotativos. As funções de linguagem.  

6) Seminário de Pesquisa – 2 horas/aula
Tendências, necessidades, desafios e conquistas da pesquisa educacional. Lugar da pesquisa nos cursos de pós-graduação. Avaliação das áreas temáticas de ensino, formação de educadores, processos inclusivos e estudos surdos. Estudos Culturais em educação. Matrizes epistemológicas e decisões teórico-metodológicas. A formulação do problema de pesquisa e o projeto de pesquisa.

7) Tradução Cultural e os intérprete de língua brasileira de sinais – 4 horas/aula
Tradução e as diferentes concepções. As diferenças entre as traduções culturais de ouvintes e de surdos e suas implicações para a área de interpretação. Aspectos discursivos em contextos da cultura surda em contraposição a outros contextos. Leituras culturais dos intérpretes de língua de sinais. Perspectivas dos intérpretes de língua de sinais na tarefa de tradução. O logofonecentrismo e a lógica de tradução.

8) Tradução e interpretação: observação e prática – 8 horas/aula
Tradução em seu contexto profissional. Observação da atuação de profissionais intérpretes em diferentes contextos de atuação. O exercício da prática de tradução com acompanhamento de professores surdos e de intérpretes

TAREFAS PARA EXECUCAO DURANTE O CURSO                                                                               

a) Uma palestra de 10 min em Libras: Tema: ‘O Surdo e a sua compreensão e percepção artística’
b) Visitar uma instituição de Surdos, Escolas, Federações, Associações, Clubes, etc...
c) Traduzir uma poesia ou um poema do português para LBS
e) Fazer um vídeo de Testemunho pessoal (em LBS) sobre sua experiência no aprendizado da Língua.

CONTEXTUALIZAÇÃO

Ao final da parte letiva, o aluno deverá elaborar a contextualização de conclusão de curso. A elaboração, a apresentação e avaliação da contextualização observarão os seguintes critérios:
a) A coordenação do curso em parceria com cada aluno escolherá o orientador da contextualização.
b) O orientador, sendo do interesse de uma das partes, poderá ser substituído até 8 (oito) dias antes do prazo final de entrega da contextualização, através de um ofício com a devida justificativa ao Coordenador do Curso.
c) As contextualizações deverão ser redigidas e digitadas de acordo com as normas vigentes da ABNT.
d) Os alunos deverão enviar 02 (dois) exemplares de sua contextualização, acompanhados de requerimento, ao Coordenador do Curso, solicitando ser avaliado.
e) A contextualização será avaliada por uma comissão Examinadora escolhida pelo Coordenador de Curso e composta pelo orientador da contextualização, e no mínimo, mais dois participantes Surdos junto com o Centro de Apoio Aos Surdos e Amigos de Jaguariúna/SP.
f) Caso solicitado, os alunos poderão reformular suas contextualizações nos 5 (cinco) dias subseqüentes da devolução dos mesmos. Os trabalhos reformulados deverão ser reavaliados no prazo de 5 (cinco) dias, seguindo a mesma estrutura estabelecida no item e.

 

CERTIFICAÇÃO

 O certificado em Intérprete e Tradutor em Língua Brasileira de Sinais será concedido ao aluno que, em cada disciplina constante do currículo do curso, tiver freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária prevista, conceito final mínimo B (8,0) em cada disciplina e, terem aprovação, no mínimo, com conceito B (8,0) na contextualização de conclusão de curso.
* Na conclusão do curso o aluno receberá o Certificado do Curso Técnico de Tradutor e Intérprete de Língua Brasileira de Sinais/ Português. Módulo III (Três)
* Esse certificado será expedido pelo registro acadêmico da Wycliff Brazil / Idiomas e C.A.S.A. – Centro de Apoio aos Surdos e Amigos – Jaguariúna/SP.

INFORMAÇÕES

Wycliff Brazil:  (19) 981512388 – (E-mail – wycliff_brazil@hotmail.com -www.wycliffbrazil.webs.com)

 

 

             PROLIBRAS 2015

(Língua Brasileira de Sinais)      

 As Línguas de Sinais (LS) são as línguas naturais das comunidades surdas. Não são universais, cada país possui a sua própria língua de sinais, que sofre as influências da cultura nacional.

Como qualquer outra língua, ela também possui expressões que diferem de região para região (os regionalismos), o que a legitima ainda mais como língua.

 A LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) tem sua origem na Língua de Sinais Francesa e foi reconhecida oficialmente como a língua da comunidade surda brasileira no ano de 2002, amparada pela Lei nº. 10.436, assinada pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso.

 Para conversar em LIBRAS não basta apenas conhecer os sinais de forma solta, é necessário conhecer a sua estrutura gramatical, combinando-os em frases.

 Aprendendo Libras teremos a oportunidade de nos comunicar com os surdos da mesma forma que nos comunicamos em espanhol inglês, francês ou qualquer outra língua; assim poderemos contribuir para aumentar a empregabilidade e promover a cidadania de muitos potencias trabalhadores hoje marginalizados.

 Demos nosso apoio à comunidade surda do Brasil neste crucial momento de sua inclusão social. O Brasil agradece.

  PROLIBRAS - CURSO PREPARATÓRIO

http://www.prolibras.ufsc.br/

 Ligue agora mesmo! (19)  981512388

 

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